QUALIS – Classificação para produções intelectuais

De acordo com a Fundação CAPES, o Qualis; é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação. Tal processo foi concebido para atender as necessidades específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações fornecidas por meio do aplicativo Coleta de Dados. Como resultado, disponibiliza uma lista com a classificação dos veículos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção.Ou seja, o Qualis, é um método que afere a qualidade de artigos  e de outros tipos de produção, através da análise da qualidade dos veículos de divulgação (periódicos científicos e anais de eventos).

  • QUEM REALIZA ESTA CLASSIFICAÇÃO E COMO ELA É FEITA?

A classificação é realizada pelos comitês de consultores de cada área de avaliação seguindo critérios previamente definidos pela área e aprovados pelo CTC-ES, que procuram refletir a importância relativa dos diferentes periódicos para uma determinada área. Os critérios gerais e os específicos utilizados em cada área de avaliação da CAPES estão disponibilizados nos respectivos Documentos de Área.

A estratificação da qualidade dessa produção é realizada de forma indireta. Dessa forma, o Qualis afere a qualidade dos artigos e de outros tipos de produção, a partir da análise da qualidade dos veículos de divulgação, ou seja, periódicos científicos.

  • O QUE SÃO OS EXTRATOS INDICATIVOS?

São aqueles atribuídos as produções científicas, de acordo com seu grau de qualidade. São eles:

  • A1, o mais elevado;
  • A2;
  • B1;
  • B2;
  • B3;
  • B4;
  • B5;
  • C – com peso zero.

Note-se que o mesmo periódico, ao ser classificado em duas ou mais áreas distintas, pode receber diferentes avaliações. Isto não constitui inconsistência, mas expressa o valor atribuído, em cada área, à pertinência do conteúdo veiculado. Por isso, não se pretende com esta classificação que é específica para o processo de avaliação de cada área, definir qualidade de periódicos de forma absoluta.

O aplicativo que permite a classificação e consulta ao Qualis das áreas, bem como a divulgação dos critérios utilizados para a classificação de periódicos e anais é o WebQualis.

A função do QUALIS é exclusivamente para avaliar a produção científica dos programas de pós-graduação. Qualquer outro uso fora do âmbito da avaliação dos programas de pós-graduação não é de responsabilidade da CAPES.

qualiscapes

 

Fonte: Fundação CAPES. Disponível em: < http://www.capes.gov.br/component/content/article?id=2550:capes-aprova-a-nova-classificacao-do-qualis>. Acesso: 23. abr, 2017

Vannevar Bush – combatente da Guerra Fria, pioneiro do Hipertexto

Quando nos deparamos com o inicio da Biblioteconomia/ Ciência da Informação e o contexto histórico que a embasa, não tem como não cruzar com o nome de Vannevar Bush. Nos escritos primordiais, transpassando o contexto daquilo que seja a condição da informação, uma vez que ela é relacionada a condição humana, compreende-se melhor a importância de seu nome envolvido na estória desta área e todo o benefício interno como externo de sua aplicabilidade científica naquilo que diz respeito ao Ser Bibliotecário e as evoluções necessárias a moldar nossa profissão.

Mas, quem foi Vannevar Bush e qual o diferencial que ele trouxe para a área de Biblioteconomia/ Ciência da informação?

Ele foi um engenheiro, visionário, inventor e político americano, que ficou conhecido pelo seu papel no desenvolvimento da bomba atómica, da ARPANET, e da ideia do Memex, um conceito percursor da World Wide Web. Foi um proeminente criador de políticas de incentivo e um intelectual de cariz público. Durante sua carreira pública, Bush foi um propulsor da tecnocracia dos EUA e da centralização de inovações tecnológicas. Nasceu em 11 de março de 1890, em Chelsea – Massachusetts, e faleceu em 30 de junho de 1974, em Belmont.

Em 1935, Bush desenvolve um computador analógico, chamado Differential Analyzer. Bush também esboçou um aparelho que usava campos magnéticos para detectar submarinos. Em 1937, Bush foi nomeado presidente da Carnegie Institution, que gastava um milhão e meio de dólares por ano em pesquisa científica.

Já influenciava o rumo da pesquisa científica dos Estados Unidos e informalmente aconselhava o governo em assuntos científicos.

Bush estava também intimamente envolvido no Projecto Manhattan, do qual saiu a primeira bomba nuclear. Bush provou que a tecnologia era a chave para a vitória numa guerra e isto criou uma aura de respeito em torno dos cientistas.

Institucionalizou a relação entre o governo, o sector privado e a comunidade científica. Bush tornou-se um dos responsáveis desta máquina de fundos, e foi o apoio governamental, mais precisamente dos militares, que mais tarde alimentou o nascimento da Internet.

Após o fim da II Guerra, especificamente em Março de 1945, Bush escreveu o artigo Science – The Endless Frontier. Sublinhava aqui a necessidade de uma politica que apoiasse continuadamente a Pesquisa científica e a Educação, que suportasse organizações sem fins lucrativos que procurassem desenvolver projetos científicos, que alicerçassem o nascimento de novos talentos na área através dos meios acadêmicos e de mecenato.

Isto nunca se concretizou na realidade, mas, metade poder-se-á dizer que foi alcançado. A “National Science Foundation” foi criada, mas não correspondeu às expectativas de Bush, mesmo assim o casamento entre a ciência e o governo foi institucionalizado!

AS WE MAY THINK

Também no ano de 1945 Bush publicou um artigo na revista Atlantic Monthly intitulado “As We May Think”. Consubstanciava-se neste artigo uma ideia amadurecida durante muitos anos em pedaços esparsos de papel. O seu objectivo ao publicar era o de influenciar o pensamento, no que concerne à ciência, do mundo moderno e enfatizar a aplicação da ciência num campo negligenciado. Este campo era o da automação ou exponenciação do pensamento humano! Neste artigo, Bush descreve uma máquina teórica chamada MEMEX.

O MEMEX

O Memex era obviamente uma extensão do anterior trabalho de Bush com o Selector Rápido (Rapid Selector). O Memex seria também um aparelho aonde se poderia guardar e abrir documentos utilizando o microfilme. Seria composto por um teclado, botões e alavancas de selecção, e armazenamento de microfilme. A informação guardada no microfilme poderia rapidamente ser aberta e exposta num ecrã. Esta máquina serviria como uma extensão da memória humana e das suas associações. Tal como a mente humana forma memórias através de associações, o utilizador do Memex seria capaz de fazer “links” entre documentos. O sistema é muito similar ao moderno Hipertexto. de facto, Ted Nelson, que concebeu o termo “hypertext” reconhece a sua dívida para com Bush.

Com o crescente interesse na Internet muitos olham para trás e classificam Bush de visionário, mas também existem os que acham que ele via o presente de maneira diferente. Bush dizia “It is earlier than we think ( É muito mais cedo do que nós pensamos).”

A ideia inovadora de Bush para automatizar a memória humana era obviamente importante na era digital sendo desenvolvida naquela época, mas ainda mais importante foi sua influência sobre a instituição da ciência nos Estados Unidos da América. Seu trabalho de criar uma relação entre o governo e a comunidade científica durante a II Guerra Mundial mudou a maneira como a pesquisa científica é feita nos EUA e promoveu o ambiente em que a internet foi criada antes.

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Referência:

TIPOGRAFOS.NET. Disponível em: <http://www.tipografos.net/internet/vanevar-bush.html >

Minimalismo: menos é mais

Dia desses, estava brincando com esses testes de internet, e havia um sobre Estilo: Qual o seu estilo?. Eu fiz o teste e pra mim, resultou em “Minimalista”. Gostei do resultado, achei bem interessante e bacana, mas, quando olhei, também me perguntei: O que, de fato, seria minimalismo? E decidi fazer uma busca a respeito. Encontrei duas definições. Sim duas definições.

  • MINIMALISMO, no sentido ser, estar:

Aqui, o minimalismo é muito mais do que um estilo de vida. É uma ferramenta que pode ajudar a todos aqueles que estiverem dispostos a se livrar dos excessos em favor de se concentrar no que é importante para encontrar a felicidade, realização pessoal e, principalmente, liberdade. O Minimalismo é a nova palavra da moda, principalmente entre pessoas que já se cansaram do consumismo desenfreado e agora estão prestando um pouco mais de atenção em coisas que o dinheiro não pode comprar, como a satisfação com a vida e a felicidade.

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  • MINIMALISMO, no sentido cultural:

Aqui, o termo se refere a uma tendência das artes visuais que ocorre no fim dos anos 1950 e início dos 1960 em Nova York, alçada a principal centro artístico com o expressionismo abstrato de Jackson Pollock (1912-1956) e Willem de Kooning (1904-1997). A efervescência cultural dos anos 1960 nos Estados Unidos pode ser aferida pelos diversos movimentos de contracultura e pela convivência de expressões artísticas díspares – da arte pop, celebrizada por Andy Warhol (1928-1987), às performances do Fluxus, cada qual exercitando um temperamento crítico particular. O minimalismo aparece nesse cenário com dicção própria, na contramão da exuberância romântica do expressionismo abstrato. Tributária de uma vertente da arte abstrata norte-americana que remonta a Ad Reinhardt (1913-1967), Jasper Johns (1930) e Frank Stella (1936), a minimal art enfatiza formas elementares, em geral de corte geométrico, que recusam acentos ilusionistas e metafóricos. O objeto de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre pintura e escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos outros. Sua verdade está na realidade física com que se expõe aos olhos do observador – cujo ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra -, despida de efeitos decorativos e/ou expressivos. Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções. Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais – vidro, aço, acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.

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Sendo assim, compreendemos que o termo Minimalismo, hoje, possui um duplo sentido o que nos leva a sempre estarmos atentos ao contexto no qual está sendo inserido. Porém, ambos são interessantes e bastantes atuais, uma palavra bonita, com um contexto engrandecedor e no momento, muito significativo, no sentido estar.

Espero que tenham gostado, e em breve volto com novidades.

Um abraço,

Joy

 

Transhumanismo – O que é?

Olá pessoas!

Estou com n pendências com vocês (é eu sei…) atrasei muitas coisas devido ao meu TCC, e correções e artigos e eventos e etc e talz. Mas, consegui um tempinho para falar sobre um assunto que atualmente vem sendo muito expresso e colocado nas mídias sociais: o Transhumanismo!

Mas afinal, o que é o Transhumanismo?

A primeira vez que tive contato com este termo, foi no livro do Dan Brown que vocês podem encontrar um pouco sobre o mesmo neste post que fiz: Inferno – Dan Brown(sinopse). Fiquei muito intrigada e até levei isso a sala de aula, onde questionei meu professor a respeito e ele não sabia nem de quê se tratava e também no filme LUCY, escrito e dirigido pelo Luc Benson e estrelado pela Scarlett Johansson.

Bom, vamos lá?

– O que é TRANSHUMANISMO?

Ele é um movimento cultural e intelectual que afirma a possibilidade e a conveniência de se transformar fundamentalmente a condição humana através da tecnologia”. Em termos simples, que promove a fusão dos seres humanos com robôs.

Nota: Acredite, toda ficção sempre traz um pouco de realidade!!!

Continuando…

De forma simples, seria o uso da tecnologia para dar aos humanos capacidades super-humanas. Consequentemente, o uso de ferramentas altamente tecnológicas não entraria no conceito. Da mesma forma, não entraria nisso o uso, por exemplo, de próteses para recuperação da memória em pacientes traumatizados. Apesar de isso envolver muita tecnologia, o aparelho não deixaria a pessoa com memória sobre-humana, apenas teria um efeito terapêutico.

Já o uso de drogas que melhoram a atenção (por pessoas saudáveis e que não necessitariam delas) já poderia ser considerado Melhoramento Humano.  Ao contrário do que pensamos, esse tipo de pensamento não é algo que surgiu no século XXI. Na verdade, a vontade de ultrapassar os limites humanos está presente na humanidade há muito (e muito) tempo. Basta olhar para a História.

Na Antiguidade, um velho conto babilônico, o Épico de Gilgamesh, conta a história de um herói que viaja em busca de uma erva que, supostamente, garantiria a imortalidade a quem a ingerisse. Da mesma forma, alquimistas na Idade Média buscavam o Elixir da Vida e navegadores passavam anos tentando encontrar a famosa Fonte da Juventude, ambos com o mesmo poder de garantir uma longevidade eterna.

O Transhumanismo moderno tem raízes já no Renascimento, quando iniciou-se um profundo desejo de conhecimento e valorização do ser humano. Com a Revolução Industrial, o ser humano passou a modificar o meio e começaram a surgir as diversas tecnologias progenitoras das maquinarias e circuitarias modernas. Nesse momento, surge a pergunta “Se com as tecnologias podemos mudar o meio, podemos mudar também o ser humano?”. E então, com os séculos XX e XXI, surgem as ficções científicas para dar forma a essas “fantasias”, que não demorariam tanto para começar a ser realidade. Em 2005, surgiu a primeiro grupo dedicado ao Transhumanismo e que deu forma ao conceito: o Instituto Futuro da Humanidade.

O simbolo do Transhumanismo é esse:

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 O H+ no caso.

 Eles possuem até revista especializada em esclarecer o que de fato seja:

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Capa da Revista H+

E um jogo que já aborda seu efeito sob a humanidade:

Ver: Deus Ex: Human Revolution

E você irá encontrar isso e muito mais nos meios midiáticos da vida, apesar que eu aconselho vocês a ficarem bem ligados e espertos com relação a isto hein!

Em breve falaremos mais a respeito.

Bjs meu amores, até mais!!!

A escrita egípcia

Olá pessoas!!!

Bom, hoje eu vou falar sobre a parte mais curiosa e interessante (mentira, tudo sobre o Egito é interessante rs) desta civilização que tanto gosto: a Escrita!!!

Não sei se já perceberam, mas, eu tenho um fascínio por esta parte e ela será mais explorada durantes estes dias em que falaremos do Egito. Então, vamos lá?!

A ESCRITA EGÍPCIA

A escrita egípcia foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de ideias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos).

A escrita demótica

A escrita demótica foi muito usada para relatar assuntos do dia-a-dia no Egito Antigo. Ao lado da escrita hieroglífica, mais usada pelos escribas egípcios para assuntos religiosos e oficiais, a escrita demótica representava uma evolução da língua falada e era mais simplificada em comparação com a hieroglífica. O alfabeto demótico começou a ser usado no Egito Antigo, de acordo com egiptólogos (estudiosos especialistas na história do Egito Antigo), na Dinastia XXVI.

Assim como a escrita hieroglífica, a demótica era para poucos no Egito Antigo. Apenas os sacerdotes e escribas conheciam bem o alfabeto demótico e tinha condições de escrever textos com ele. A escrita demótica foi uma das três escritas usadas na Pedra de Roseta (usada para decodificar a escrita egípcia), além da hieroglífica e grega.

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Pedra de Roseta

A escrita hieróglifa

No Egito Antigo a escrita mais usada era conhecida como escrita hieroglífica, pois era baseada em hieróglifos. Estes eram desenhos e símbolos que representavam idéias, conceitos e objetos. Os hieróglifos eram juntados, formando textos. Esta escrita era dominada, principalmente, pelos escribas. Os egípcios escreviam, usando os hieróglifos, no papiro(espécie de papel feito de uma planta de mesmo nome) e também nas paredes de pirâmides, palácios e templos. Estes hieróglifos são a principal fonte histórica para entendermos a história desta importante civilização antiga. Poucos egiptólogos (estudiosos do Egito Antigo) conseguem decifrar a escrita hieroglífica.

As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos.  Os hieróglifos egípcios foram decifrados na primeira metade do século XIX pelo linguista e egiptólogo francês Champollion, através da Pedra de Roseta.

O desaparecimento dos hieróglifos acorreu, pois ocorreu uma mistura muito intensa na civilização egípcia que mudou completamente a língua e a escrita local. O cristianismo meio que indiretamente também foi o responsável para que a escrita hieroglífica se perdesse com o tempo, pois ao negou a religião politeísta, tudo que para a igreja católica tinha alguma relação com os deuses antigos era considerado infiel, com isso não poderia mais adorar. Os últimos homens que se tem noticias que utilizaram este tipo de escrita foram alguns sacerdotes egípcios da era cristã. Com o passar do tempo o estudo da linguagem dos Egípcios evoluiu muito, com isso foi possível um melhor entendimento da gramática hieroglífica e do seu sistema verbal.

Na atualidade a linguagem e escrita hieroglífica podem ser consideradas como uma escrita morta, mas em algumas situações pode ainda ser encontradas em alguns artesanatos.

No próximo post, irei falar sobre a Escrita Hierática pra vocês. Até mais!!!

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A economia no Egito

Olá pessoas!!!

Hoje eu vou falar um pouco sobre a economia na civilização Egípcia! Atrasei um pouco este assunto, pois, queria enxugar o conteúdo dele para não me estender falando a respeito. Espero que gostem!

  • A ECONOMIA EGÍPCIA

A agricultura era a atividade econômica principal dos egípcios. Inicialmente, para melhor aproveitar as águas do rio Nilo, os camponeses uniam-se, empenhando-se na construção de diques e no armazenamento de cereais para a época de escassez. Com o tempo, a produção agrícola tornou-se variada, sendo cultivados algodão, linho (utilizados na fabricação de roupas), trigo, cevada, gergelim, legumes, frutas e, principalmente, oliveiras.

Às margens do rio os camponeses faziam pomares e hortas, produzindo favas, lentilhas, grão–de–bico e pepinos. Cultivavam ainda uva, utilizada na fabricação do vinho. Perto de suas casas, eles criavam porcos e carneiros. O trabalho no campo era realizado com o auxílio de um arado de madeira puxado por bois.

Os camponeses que moravam nos pântanos e nos lagos costeiros, organizados em equipes, criavam em tanques numerosas variedades de peixes. O peixe, seco e conservado, era consumido muitas vezes com pão e cerveja, e constituía parte importante da alimentação dos egípcios. Contando com um intenso artesanato, o comércio também foi outra importante atividade econômica no Egito Antigo.

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